Salve, rapaziada!
Mas que demora, não é verdade? Esta parecendo que vou esquecer o blog como fiz com os outros. Mas não, estou de volta! Na verdade andei muito ocupado nas últimas semanas e não tive tempo nem cabeça para escrever um post legal. Agora, tempo não falta!
Hoje o post é sobre uma roda de samba acontece sempre no primeiro domingo do mês no centro de Niterói. Essa roda de samba é pura vagabundagem, meus amigos! De Visconde a Marechal é um projeto muito maneiro de resgate dos sambas mais vagabundos de todos os tempos.
O lugar:
A roda acontece na esquina entre a Rua Visconde de Sepetiba e Marechal Deodoro, próximo a Universidade Salgado de Oliveira. A Visconde fica fechada para o transito de carros e é cercada em frente ao bar que sedia o samba, o Grauduados. Algumas mesas ficam espalhadas pela calçada e pela rua. Assim, as pessoas podem ficar à vontade, tomar sua cerveja, pedir um tira gosto e conversar sentadas as mesas. Mas para mim não dá! Eu quero é ficar na beira da roda cantando. O clima fica bem legal!
Importante: A cerveja esta sempre gelada! Eles só vendem latão, e custa R$3,00 cada (corrigido pelo amigo Rafinha). Juntando uma galera dá pra beber bem. No bar, eles vendem o caldinhos para galera tirar um gosto. Mas tem uma tia que fica com uma barraca na rua vendendo caldinhos também, que são mais baratos e mais gostosos. Prove o de camarão que é uma maravilha!
Na Roda de Samba:
Cheguei por volta de 16h, acho que ainda começar, pois a rapaziada presente ainda estava um pouco acanhada (normalmente percebe-se isso quando não tem muita gente encostada na roda). Eu cheguei naquele grau etílico aceitável, junto com a galera. Vários amigos, Léo Brito, Leandrinho, Rafinha, Vitinho, Mestre Piko, Léo (Maicon), Vitor Sozinho, Companheiro Fernandinho. Quando junta esse time uma coisa é certa: Vai dar “merda”! Enquanto a roda de samba comia solta, estávamos sempre nos trabalhos etílicos.
Os caras tocam muito samba bom, vão de Paulo César Pinheiro a Almir Guineto passando por Roberto Ribeiro, Mestre Marçal, Nelson Cavaquinho, Cartola entre muitos outros. É de emocionar! O que mais chama atenção é o suingue dessa galera (como diz meu amigo e companheiro de copo, de samba e afins, Fernandinho: “Samba de preto é outra história!”Rs). E é verdade rapaziada, o samba é pra cima bem cadenciado com uma energia contagiante. A negada quando mete a mão no couro bota pra quebrar! Eu tenho o sangue, mas parece que o gene do suingue veio com falha (Rs). Mas dá pra enganar. Sintam o gostinho no vídeo.
Obs.: Não sou editor de vídeo, muito menos câmera. Então, relevem! Rs

